sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Fórum 2 (Obrigatório)




Na primeira sequência de aprendizagem trabalharemos os textos do domínio transaccional. Estes são textos funcionais que têm como objetivo disciplinar a comunicação burocrática e administrativa, regulando as relações institucionais e recorrendo a uma linguagem própria com regras específicas. 
O comunicado, o protesto /a reclamação incluem-se entre os textos deste domínio. 

Para quê disciplinar a comunicação burocrática e administrativa?  Por que não cada um comunicar como bem entende? A regulação da comunicação facilita a compreensão e promove a objetividade dos procedimentos, por exemplo, no caso de protestos ou reclamações?






35 comentários:

  1. Teremos sem dúvida nenhuma de aperfeiçoar a nossa maneira de comunicar com estes orgãos superiores.
    Nós não podemos comunicar com os mesmos da maneira que comunicamos no nosso dia a dia, a qual chamamos de linguagem corrente.
    Há várias maneiras de recorrer a reclamações, por exemplo via email, via telefone ou via carta, para isso teremos de conhecer os procedimentos de como se formula cada um.
    Precisamos de saber porque as empresas não só têm empregados com formação académica bastante elevada como também são formados para mediar as reclamações. Para isso andamos na escola até ao 12º ano e com oportunidade de ir mais longe para podermos aprender como comunicar com estas pessoas.
    Acho muito importante saber comunicar com regras.

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  2. Concordo com o que fora dito, há uma necessidade urgente de aprimorar a forma como comunicamos, até mesmo porque a ordem e método são fundamentais, caso contrário apenas existiria o caos e ninguém entenderia mesmo aquilo que escreve. Nos documentos onde é indispensável a formalidade e a deferência, tal necessidade ainda se torna mais evidente. Como tal, seria impensável dirigirmo-nos a alguma instituição com uma reclamação/ protesto com uma linguagem próxima com a que utilizamos num contexto bem mais informal; sujeitar-nos-íamos ao ridículo e a não termos as nossas asserções tomadas como reais.
    Estes documentos obedecem a uma fórmula própria que facilita a execução, a compreensão e a objetividade dos mesmos. São, por isso, só vantagens!

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  3. Quando comunicamos com membros sociais de elevado nível, devemos utilizar um discurso mais elaborado, como foi referido nos comentários anteriores.
    Por exemplo quando temos uma reclamação, naturalmente sentimo-nos chateados com os responsáveis, mas ao enviar a carta ou email para eles utilizam-se palavras mais compostas.
    Estes tipos de comunicação têm de admitir algumas regras, porque se assim não fosse o recetor da mensagem teria algumas dificuldades em compreender o que o emissor quer dizer.
    Penso que devemos ter uma linguagem mais elaborada para com membro sociais desse nível porque no fim de contas, a nossa vida é uma hierarquia, posto isto devemos respeitá-los e escrever-lhes de forma educada para que o nosso pedido ou reclamação seja bem-sucedido.

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  4. Nos tempos que correm cada pessoa tem “importância”. O facto de ser assim implica que todos têm de saber comunicar com toda a gente; ou seja, é fundamental sabermos como nos devemos dirigir a diferentes pessoas. A forma como comunicamos tem que ser diferente. Se por acaso isso não acontece-se ninguém nos ia dar a devida atenção. Por exemplo, se eu quiser fazer um protesto ou uma reclamação, posso fazê-lo, no entanto tenho que ter educação presente no que disser. Pois caso contrário, como alguns colegas já referiram anteriormente e eu concordo com as suas opiniões, ninguém se entenderia.

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  5. Podemos comunicar de várias formas, para pessoas diferentes. Se falarmos com um amigo, a linguagem é informal, pois é um conhecido e temos essa liberdade. Mas se fizermos uma reclamação, nesta situação a linguagem tem de ser formal, pois, no contrário não conseguimos dar credibilidade ao texto.
    Por isso, e para não repetir aquilo os meus colegas disseram anteriormente, só tenho a dizer que concordo com o que foi dito.

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  6. De uma maneira geral, o meu comentário vai de encontro às opiniões enunciadas pelos colegas acima. Assim, e no meu ponto de vista, dependendo do meio em que estamos envolvidos e das pessoas com quem comunicamos e nos relacionamos, sentimos, espontaneamente, a necessidade de adequar a nossa linguagem. Não podemos comunicar com um familiar próximo da mesma forma como nos transmitimos a uma secretária numa repartição das Finanças.
    Para que cada um de nós se torne flexível a estas mudanças no discurso, partilho da opinião que é essencial disciplinar a comunicação burocrática e administrativa, pois esta é dotada de caraterísticas muito próprias das quais devemos ter conhecimento para nos fazermos entender, por escrito ou oralmente, defronte de variadas situações.

    “Comunicação não é o que você fala, mas o que o outro compreende do que foi dito." Claudia Belucci

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    1. Ana, revê esta construção: "Não podemos comunicar com um familiar próximo da mesma forma como nos transmitimos a uma secretária numa repartição das Finanças."

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  7. Basicamente, tudo aquilo que fora dito pelos meus colegas é aquilo que eu penso.
    A comunicação não pode de forma alguma se feita sem regras nem normas, ainda mais a comunicação ocorrida nos meios borocraticos e administrativos, onde a necessidade de ordem e método é mais importante e necessária.

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    1. Vanessa, muda o tempo da forma verbal "fora" para o pretérito perfeito. Burocráticos e não...

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  8. Na minha opinião tudo o que foi dito acima é aceitável e resume-se ao que eu também penso, pois devemos adequar o nosso discurso à situação que nos encontramos para com as pessoas que nos ouvem de forma a que elas compreendam o que estamos a transmitir.
    Por exemplo quando se faz uma reclamação deve-se comunicar com uma certa adequação e regras pois poderemos ser mal compreendidos.

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  9. A minha opinião sobre esse assunto, é a mesma que os meus colegas a cima escreveram, pois quando fala-mos para um familiar ou para um amigo da escola, já temos certa afinidade para com ele e daí ter a liberdade de usar uma linguagem menos formal. Mas quando nos dirigi-mos para pessoas com um nível de importância superior deve-mos mudar a nossa linguagem, para uma mais complexa e mais apropriada a aquele momento.

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  10. Estou totalmente de acordo com os comentários anteriores, pois no nosso dia a dia encontramos situações em que se deve usar outro tipo de linguagem, como por exemplo em reclamações.Se eu tiver que reclamar sobre determinada ocorrência , primeiro devo obedecer a tal procedimento que nos obriga a fazê-lo; eis um exemplo, se receber uma carta das aguas a referir um valor elevado, irei primeiro pagar o tal valor e só depois irei fazer a minha reclamação. Mas esta reclamação tem de ter uma linguagem formal, pois a pessoa que nos ouve deve perceber a nossa linguagem para assim resolver o problema. Não só devemos ter esta linguagem neste tipo de caso,como devemos também ter presente no nosso quotidiano uma linguagem formal para com outras pessoas,para assim facilitar muito a comunicação.


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  11. É óbvio que a comunicação tem de seguir certas regras senão, não conseguiria-mos ser tão objectivos com o que queremos dizer.
    Mas nem sempre a nossa linguagem tem de ser muito formal, isso depende das situações em que nos encontramos. Por exemplo para fazer uma reclamação é preciso um certo tacto e um certo cuidado com as palavras que usámos e temos de seguir o corpo do documento, seja uma carta, uma reclamação ou documento desse género. Isto para que seja mais fácil compreenderem o queremos dizer.

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  12. Eu concordo com aquilo que foi mencionado pelos meus colegas nos comentários anteriores. nós para podermos comunicar devemos seguir certas e determinadas regras, de maneira que a pessoa com quem dialogamos nos perceba e entenda a nossa maneira de pensar.
    Como foi dito anteriormente nós não podemos falar com uma pessoa de estatuto social superior ao nosso da mesma maneira que falamos para um amigo, para essa pessoa devemos utilizar uma linguagem mais formal.

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  13. É muito importante no dia a dia das pessoas que haja vários tipos de linguagens, pois quando estamos a comunicar com entidades superiores, devemos fazê-lo de forma a que respeite as suas regras.
    Se as regras não fossem respeitadas então seria uma desordem em que ninguem se iria entender. Respeitando as normas estabelecidas,por exemplo na elaboração de uma reclamação só teremos vantagens pois assim quem vai proceder á sua leitora vai compreender mais rapidamente.

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  14. Eu concordo com as opiniões referidas dos meus colegas pois a nossa maneira de comunicar tem de se adequar ao género de pessoa com quem estamos a falar, simplesmente não pudemos utilizar a linguagem corrente com membros sociais mais elevados. Por exemplo ao fazermos uma reclamação teremos de usar uma linguagem formal, para conseguir com que deem credibilidade ao assunto.

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  15. Cada pessoa não deve comunicar como quer, pois por exemplo se uma pessoa tentar fazer uma carta de reclamação de um produto que o deixou insatisfeito deve usar uma linguagem formal já que não está a comunicar com um amigo.
    Na minha opinião devemos ter cuidado com a linguagem que usamos por uma questão de respeito para com os outros.

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  16. A minha opinião vai de encontro ao que os meus colegas disseram, pois tal como eles sugerem não me posso dirigir a um órgão administrativo da mesma forma que me dirijo a um familiar ou amigo. É necessário haver disciplina na comunicação burocrática e administrativa, ou seja, é essencial existir um conjunto de regras que nos ajudem a comunicar de uma forma correta, mais formal com os meios burocráticos e administrativos. Isto é inevitável, pois caso nos profiramos a um meio administrativo com uma comunicação tal e qual à que utilizamos no dia-a-dia, este é capaz de não nos transmitir a sua devida atenção, por pensar que o nosso assunto não contém interesse nenhum, devido à forma como falamos ou escrevemos. Daí ser necessário a “disciplina” na nossa comunicação. Esta irá promover a compreensão e a objetividade dos procedimentos.

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    1. Cátia, substitui o vocábulo "profiramos" por outro mais adequado e retira o determinante possessivo que se encontra na linha 8.

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  17. Como já foi dito anteriormente, nós devemos adequar o tipo de comunicação, dependendo das pessoas a que nos dirigimos, e portanto eu estou totalmente de acordo com o que os meus colegas disseram.
    Devemos sempre adequar a forma de escrever ou falar conforme a situação, pois é necessário que a disciplina e as regras de comunicação sejam respeitadas, para assim podermos fazer uma divisão do tipo de linguagem que temos de usar. Não devemos falar com os nossos pais e amigos da mesma maneira que falamos, por exemplo, com a segurança social ou com um banco.
    Cada um deve ter a noção que não deve falar com quer e bem lhe apetece, pois como já disse há regras que tem de ser cumpridas para assim, as nossas preces serem atendidas, quando nos conduzimos a entidades de valor.
    Em suma, devemos sempre saber distinguir as situações e ser o mais disciplinados possível, na forma de escrever e falar, sabendo sempre distinguir as diferentes situações do dia-a-dia.

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    1. Bruno, substitui "preces" por outro vocábulo mas apropriado.

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  18. Tenho de concordar que devemos diferenciar a forma como comunicamos com cada identidade à qual nos dirigimos, no caso da reclamação por exemplo seria complicado se as pessoas reclamassem como lhes apetece utilizando se calhar por vezes uma linguagem desapropriada demostrativa da indignação de quem protesta.
    Por outro lado temos de admitir que determinadas identidades se aproveitam desta mesma "linguagem apropriada" para defraudar outras pessoas, pois apesar de vivermos num pais mais instruido não nos podemos esquecer que o número de pessoas com nivel de escolaridade baixo é muito alto sobretudo nos mais idosos que acabam enganados. Mas a verdade é que tem de haver um critério...

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  19. Como os meus colegas dizem e muito bem, é necessário haver regras e disciplina na comunicação burucrática e administrativa, pois não nos podemos dirigir a um órgão superior como o diretor da escola da mesma maneira que nós comunicamos com os nossos colegas, pois a linguagem que utilizamos no dia a dia quer seja para falar com familiares ou amigos é uma linguagem corrente, mas se nós quisermos escrever ou falar com um órgão superior a nossa linguagem tem de mudar e tem de passar a ser uma linguagem mais formal.
    A este conjunto de regras eu chamo-lhe respeito, pois cada trabalhador tem de ter respeito para com o patrão por isso tem de ter cuidado na sua maneira de falar, assim como o patrão; o mesmo acontece connosco com os nossos amigos temos um tipo de linguagem mas com o diretor da escola ou professores temos outra.....isto é respeito e boa educação.

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  20. Pelo que li dos comentário dos meus colegas acho que, de uma forma geral, todos concordamos que a nossa linguagem deverá ser adequada consoante a situação em que nos encontramos.
    Deveremos sempre ter em atenção a maneira a como nos dirigimos a diferentes cidadãos da nossa sociedade , como por exemplo , não podemos falar com alguém que ocupa um cargo num local de atendimento ao público da mesma forma que falamos com os nossos pais ou amigos.
    Devemos ter cuidado e disciplina na forma como comunicamos, porque se isso não acontecer corremos também o risco de sermos mal interpretados e até mesmo não sermos bem servidos se for o caso de nos estarmos a dirigir a alguém que nos vai prestar um serviço.

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  21. É desnessário dizer que concordo com aquilo que foi dito pelos meus colegas.
    Por isso, apenas posso dizer que por alguma razão os textos do domínio transacional (comunicado, por exemplo) têm uma linguagem própria e regras especificas que todos devemos respeitar.

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  22. Concordo com as opiniões dos meus colegas. Os textos de domínio transacional são muito importantes, mas acho que a reclamação tem uma importância especial porque nós, os consumidores, podemos e devemos reclamar a algum produto ou serviço que não nos tenha satisfeito de forma à empresa melhorar os seus serviços.

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  23. Concordo com o que foi enunciado acima.
    Devemos adequar a forma como comunicamos e função com quem o fazemos, e por isso temos que ter mais cuidado com forma como comunicamos com pessoas de instituições. O respeito assim nos diz!

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  24. No nosso quotidiano comunicamos de maneira divergente, tal como fora dito pelos meus colegas escusado será dizer que concordo com a opinião dos mesmos.
    Existe uma infinidade de maneiras de se comunicar, cabe-nos saber fazer a distinção, por exemplo: há quem afirme que tudo o que o emissor diz seria aceito pelo recetor seja ele qual for mas não será bem assim, ao falar com um colega utilizo uma linguagem corrente mas se o fizer com um órgão superior este não dará a devida importância ao assunto pela forma como me dirige ao mesmo, por isso é indispensável seguirmos determinadas regras com diferentes pesos para cada um dos componentes da comunicação burocrática e administrativa.

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    1. Nádia: altera o tempo da forma verbal "fora". Revê esta construção "há quem afirme que tudo o que o emissor diz seria aceito pelo recetor seja ele qual for mas não será bem assim".

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