Uma das características
românticas de Frei Luís de Sousa é a
valorização da identidade nacional, expressa no ideal de independência encarnado por Manuel de Sousa Coutinho, da
tradição cultural portuguesa e da exaltação do povo. O próprio autor em Memória
ao Conservatório Real afirma: “Este é um século democrático; tudo o que se
fizer há-de ser pelo povo e com o povo… ou não se faz.”
À luz do que sabem sobre a obra,
do estudo efetuado e tentando uma aproximação aos tempos que vivemos, comentem
a afirmação de Garrett.
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ResponderEliminarFrei Luís de Sousa foi escrito num momento bastante complicado a nível nacional (‘’ Portugal era um pequeno país decaído, humilhado, saudoso de grandeza perdida’’ - Jacinto Prado Coelho), à semelhança do presente. Num momento em que a economia portuguesa bateu no fundo, precisamos de um outro Garrett, de um outro Camões ou até de um Pessoa, que nos mostre que ainda temos valor, que as massas - as que mais sofrem - não foram esquecidas, que estão a ser encetados todos os esforços para que saiamos deste avassalador redemoinho e que, apesar de tudo, ainda temos o nosso final feliz à nossa espera. Ainda assim, indubitavelmente, ‘’o que é português é bom’’, porque ‘’se eu não gostar de mim, quem gostará?’’
EliminarNão declares que as estrelas estão mortas só porque o céu está nublado (provérbio árabe).
Concordo com o que a minha colega disse. Portugal está numa situação débil, por isso temos que reunir forças, ultrapassar os problemas que nos apresentam, dar valor e sentirmo-nos orgulhosos do nosso país. Existem pessoas bastante inteligentes que criam e descobrem coisas que pensam que não têm valor, mas são muito úteis para o inventor e até para a sociedade.
ResponderEliminarPor isso devemos pensar e muito bem: se não dermos valor ao nosso belíssimo e maravilhoso país, quem dará?
Actualmente, o país está a passar por um momento dificil. As pesssoas precisão de motivação. Os textos que Almeida Garrett escrevia eram textos que valorizavam o povo, que o dignificavam, era uma maneira de os leitores sem sentirem com valor.
ResponderEliminarNa minha opinião, neste momento o país está a precisar de sentir que temos qualidade e precisam de pensar positivo.
Como a Andreia refere no seu comentário "o que é nacional é bom", ou seja "o que é português é bom" e é nisso que o povo neste momento precisa de acreditar.
O país não está a disfrutar das maravilhas que nele existem, mas para tal acontecer terá de haver uma pessoa muito inteligente que faça o povo pensar a qualidade que este país tem.
Emenda a forma verbal "precisão".
EliminarNa época em que foi escrito " Frei Luís de Sousa" o país estava a atravessar uma época débil , tal como agora.
ResponderEliminarNa obra, Manuel Sousa Coutinho, tem uma atitude de patriotismo ao incendiar o seu palácio para os governadores espanhóis não poderem ficar lá hospedados. Isso demonstra que naquele tempo, apesar da situação difícil pela qual estavam a passar, as pessoas tinham orgulho no seu pais e defendiam-no como podiam, não perdiam a esperança. Atualmente vê-se o oposto: os cidadãos revoltam-se contra os governantes e de certa forma contra o pais, muitos já perderam a esperança e poucos já dão a cara pelas difíceis decisões que são tomadas para tentar tirar o nosso pais deste abismo.
Tal como disse a Adriana Portugal necessita de disfrutar das maravilhas que tem, das qualidades que o tornam diferente e especial.
Tal como Manuel de Sousa Coutinho, na obra " Frei Luis de Sousa", também nós devemos ter orgulho em quem somos e no que acreditamos.
Como já referiram e, não vale a pena voltar a dizer, neste momento, o nosso país está no estado em que está. E todas as medidas que nele são tomadas é a pensar no povo, supostamente medidas para melhorar. Assim como também já mencionaram já esta mais do que na altura de apostar no que é português, temos muita tendência a comprar o que é importado mas assim não estamos propriamente a ajudar o nosso país e, se não formos nós a faze-lo ninguém o fará, se realmente não dermos importância ao que é nosso ninguém dará.
ResponderEliminarColocar os acentos gráficos em falta.
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ResponderEliminarTal como os meus colegas acima referiram, e penso ser do conhecimento da turma, a época em que "Frei Luís de Sousa" foi escrito, tal como agora, era débil e complicada.
ResponderEliminarNo entanto, na obra estudada, o povo reconhecia as capacidades e qualidades do nosso país, apesar da difícil situação, o povo defendia-o e orgulhava-se dele, o que não é tão visível nos dias de hoje. Revolta, falta de esperança são os sentimentos mais frequentes no nosso atual povo, poucos são os que contrariam esta moda.
Por um lado estas atitudes são compreensíveis pois muitas medidas são tomadas, como referiu a Fátima, supostamente para melhorar a situação na qual vivemos, mas os resultados são escassos, mínimos.
Por isso, na minha opinião, precisamos de nos unir por um país melhor, valorizar o que é nosso, ter orgulho na nossa nação.
Antes de mais devo dizer que concordo com o que os meus colegas acima referiram.
ResponderEliminarPois na altura em que Almeida Garrett escreveu a obra Frei Luís de Sousa o nosso país atravessava um momento difícil, como evidenciamos também no nosso quotidiano a crise do nosso país.
Penso que o que Garrett queria dizer com aquela frase, é para o país mudar a situação em que se encontrava tinha que ser o povo a agir, ou seja o povo tinha que ter esperança e tentar erguer o nosso país, pois não fossemos nos quem seria?
Tal como a Catarina anteriormente referiu que D. Manuel incendiou o seu palácio, num ato de patriotismo, para que os governantes espanhóis não tomassem posse digamos assim do nosso país quem seria?
Sou da opinião que, se todos estamos descontentes com o que os nossos governantes estão a fazer ao nosso país, com a Fátima referiu para supostamente ajudar o povo e o país a erguer-se, então e se achamos que não estão a agir de forma correta, temos que fazer alguma coisa.
Temos que “arregaçar as mangas”, valorizarmos o que o nosso país tem de melhor para conseguirmos mudar de rumo.
como foi dito pelos meus colegas anteriormente o pais esta num estado lastimável e o mesmo acontecia na altura em que a obra Frei Luís de Sousa foi escrita. Mas existe uma pequena diferença porque naquele tempo as pessoas acreditavam no valor do pais e lutaram para o conseguir reconstruir mas hoje em dia as pessoas só pensam em emigrar e estão pouco se marimbando para o futuro do pais,e antigamente as pessoas acima de tudo tinham orgulho mas hoje em dia as pessoas não se importam de se ir rebaixar para o estrangeiro.
ResponderEliminarColocar a pontuação em falta. Substituir o vocábulo "marimbando" por outro mais adequado ao contexto.
EliminarComo os meus colegas já referiram em cima, o país esta atravessar uma época muito difícil como o da época que foi escrito Frei Luís de Sousa.
ResponderEliminarComo é referido na obra Manuel de sousa Coutinho incendeia o seu palácio para defender a honra do país.
Actualmente estamos a passar uma crise económica e politica o que vai fazer com que ponha à prova o patriotismo dos portugueses porque uns vão ter orgulho e vão defender o país e outros vão simplesmente fugir e renunciar o país de onde vieram.
Colocar a pontuação em falta.
EliminarComo muitos já aqui disseram, Frei Luís de Sousa foi escrito numa época em que o nosso país atravessava bastantes dificuldades a nível económico, financeiro… Contudo podemos dizer que Garrett ainda possuía esperanças no nosso país, pois na sua obra, a personagem Manuel Sousa Coutinho era um grande patriota e defendia o seu país sempre. O momento de maior patriotismo desta personagem verifica-se quando esta incendeia o seu próprio palácio, para que os governantes espanhóis não o possam ocupar. Perante o que referi é possível perceber que existe uma grande diferença entre a época de Frei Luís de Sousa e entre a atualidade, apesar de em ambos os tempos atravessar-se momentos difíceis. A diferença é que naquela época o povo tinha orgulho e esperanças num futuro melhor para o seu país, ao contrário do que acontece hoje em dia, e tal como Garrett disse “este é um século democrático; tudo o que se fizer há-de ser pelo povo e com o povo… ou não se faz”, ou seja, o povo é quem ordena e quem necessita de ser atendido nas suas necessidades, se o povo estiver bem o país também estará. Na minha opinião o que Garrett disse está correto, daí partilhar da mesma ideia que ele.
ResponderEliminarRevê a ordem dos elementos em: " apesar de em ambos os tempos atravessar-se momentos difíceis."
EliminarComo já foi dito pelos meus colegas Portugal actualmente encontrasse num estado miserável, o mesmo acontecia quando a obra de Almeida Garrett "Frei Luís de Sousa" foi escrita.
ResponderEliminarNa minha opinião o povo português deveria valorizar-se mais,obtendo inspiração nos casos de sucesso que portugal apresenta.
Na obra "Frei Luís de Sousa" existe um acto de patriotismo que de certa forma mostra o valor e orgulho que Manuel Sousa Coutinho tinha por Portugal.
Alterar o tempo verbal de "encontrasse!
EliminarTal como já foi dito por todos os que comentaram o país atravessava uma altura critica tal como nos dias de hoje, mas acredito que se todos se esforçarem e lutarem para ultrapassar as dificuldades e em vez de estarem a perder tempo em manifestações inúteis só para fazer barulho e criar conflitos o país conseguirá certamente melhorar e talvez começasse a atravessar um bom momento económico e social.
ResponderEliminarColocar pontuação em falta.
EliminarConcordo com o que os meus colegas afirmaram. Pois na altura em que foi escrito o “Frei Luís de Sousa” Portugal passava dificuldades, tal como hoje, mas mesmo assim naquela altura as pessoas acreditavam nas qualidades do seu país, já hoje em dia as pessoas preferem desvalorizar o próprio país, assim sendo em vez de comprarem o que é nacional compram produtos importados, e ao fazerem isto não estão propriamente a ajudar o próprio país. Contudo na minha opinião a vida dos portugueses está complicada e para ultrapassarmos os obstáculos temos de nos esforçar.
ResponderEliminarGarrett, perante a conjuntura do país na altura em que viveu, assumiu através da palavra, uma atitude de intervenção apelando à valorização da nação, evidenciada em “Frei Luís de Sousa” (a atitude de Manuel Coutinho, referida por alguns colegas, é motivo de orgulho para a sua filha que descreve “aquela cena” como “grandiosa e sublime […] um espetáculo como nunca vi[u] outro de igual majestade!”) e na sua afirmação supramencionada (o dramaturgo português incita a união do povo em defesa dos ideias nacionais, impedindo que a imagem do país seja manchada pelos governantes).
ResponderEliminarO patriotismo defendido por Garrett deve, na minha opinião, sobressair no século XXI, no nosso país: porém, lamentavelmente, como refere a Eduarda, nem todos serão capazes de lutar por Portugal, optando por renunciar às suas origens.
“ Não vale nada um povo que não sabe defender a honra da sua Pátria”. Friedrich Schiller, filósofo e poeta alemão
Como muitos dos meus colegas disseram a obra "Frei Luis de Souza" foi redigida num época dificil assim como aquela que passamos actualmente. Manuel Coutinho uma das personagens da obra, é um exemplo a seguir, era um patriota, pois ele incendiou o seu propio palácio para defender a sua patria, a sua naçao. É neste acto de puro patriotismo que nos devemos debruçar para que um dia mais tarde possamos sair desta fase menos boa, eu acredito nisso, mas se nao tivermos orgulho no que somos e se continuarmos sem reagir a nossa economia ira afundar-se cada vez mais, cada vez mais, que vai chegar a um ponto que nao se pode afundar mais.
ResponderEliminarSouza?
EliminarColocar acentos gráficos e auxiliares de acentuação.
Como foi referido anteriormente a obra “Frei Luís de Sousa” foi escrita numa época em que o país se encontrava numa situação difícil, uma situação muito semelhante à actual, que só será ultrapassada com muita motivação e grande esforço por parte de cada um.
ResponderEliminarContudo, a diferença entre estas duas épocas é que na altura em que a obra foi escrita o povo valorizava o país, mostrava patriotismo e acreditava que para a situação mudar teriam de fazer por isso que mais tarde ou mais cedo tal mudança se iria verificar, e Garrett apresenta na sua obra a principal crença na mudança no momento em que Manuel de Sousa Coutinho mostra o seu patriotismo para com o país e incendeia o seu próprio palácio. O mesmo não se sucede actualmente pois o que se reflecte nos olhos de grande maioria do povo é a falta de esperança, a desmotivação em querer mudar, encontrando por vezes a solução para os seus problemas na emigração, desvalorizando assim as suas origens.
O que se passava naquela altura muito complicada, pois Portugal atravessa bastantes dificuldades, mas a grande maioria das pessoas (povo), embora não disponibilizasse de grandes condições, acreditava sempre que essa situação havia de melhorar, sendo por isso uma altura onde o patriotismo era bastante evidente, e comprovámos isso também na obra de Frei Luís de Sousa, quando D. Manuel de Sousa Coutinho ateou fogo ao seu palácio para não irem para lá os governadores.
ResponderEliminarPenso que, atualmente, devemos ter o mesmo orgulho que os nossos antepassados tiveram em pertencer a esta nação que nos premiou sempre com grandes feitos, e acreditar sempre que esta situação há-de melhorar, e como o Joel referiu anteriormente, devemos obter inspiração nos muitos casos de sucesso que Portugal apresenta nas diferentes vertentes.
"Para realizar grandes coisas, não devemos apenas agir, mas também sonhar, não só planear, mas também acreditar." - Jacques Anatole France, escritor e pensador francês
Almeida Garrett defendia ideais defendia ideais liberais, e isso chegou mesmo a leva-lo para o exilo em 1823, tendo sido deputado e ministro dos negocios estrangeiros entre outros cargos politicos era um patriota incorrigivel estando presente nas grandes lutas liberais da sua época. "Frei Luis de Sousa" teve assim o cunho pessoal do autor Almeida Garrett através da personagem Luis de Sousa e até D.João dado que ambos eram tambem eles uns patriotas, que colocavam o pais e o seu povo à frente das suas proprias vidas e das suas regalias, Luis de Sousa podia ter sido submisso ao dominio Filipino e teria muito a ganhar com isso, mas não o fez.
ResponderEliminarHoje em dia o que vemos é exactamente o contrário, o Estado serve apenas para dar visibilidade e regalias a uma classe politica que não ama a sua pátria e que coloca os intresses pessoais à frente dos do povo.
Substituía o adjetivo "incorrigível" por "incansável".
EliminarColocar acentos em falta.
Na primeira frase ou falta algo ou está a mais - ora vê "Almeida Garrett defendia ideais defendia ideais liberais".
Em primeiro lugar quero dizer que concordo com o que foi dito pelos meus colegas, especialmente no que foi dito de uma época má; ou seja, quando a obra de Frei Luís de Sousa foi escrita, naquela altura a situação que o povo passava era idêntica á atual isto é uma situação muito complicada.
ResponderEliminarNaquela altura o povo apesar da situação que estava a passar não baixavam o braços e tinham fé de que o melhor ainda estava para vir. Atualmente o que o povo(nação) tem de fazer é unir-se e não desistir pois temos de acreditar, e temos ter orgulho no nosso pais.
Para começar, e como sempre, eu concordo mais uma vez com os meus colegas.
ResponderEliminarQuando Almeida Garrett escreveu Frei Luís de Sousa,o país tinhas as mesmas críticas sociais,e estava na "banca rota" como está agora, contudo naquela época, o povo era lutador, não era desistente, e o povo português sempre foi conhecido, por sem um GRANDE povo. Quando Manuel Sousa Coutinho, incendiou o castelo/palácio, fez pelo o povo, foi um acto patriota, não aceitava que os espanhóis invadissem o seu território. Neste momento, PORTUGAL, está outra vez na "banca rota", mas desta vez tudo torna-se diferente, quando o povo deixa de lutar por algo que é de todos os Portugueses há muitos séculos, o nosso PAÍS. O nosso povo, só vê solução fora de Portugal, são poucos os que acreditam em nós, e mesmo sendo um país considerado lixo, nós devia-mos mostrar a nossa grandeza devia-mos levar o nosso país aos quatro cantos do mundo, mesmo sem Camões, Amália, e muito mais.
A minha geração só vê futuro no estrangeiro,no entanto eu acredito que vamos conseguir ultrapassar esta má fase, e quando ultrapassar-mos vamos nos orgulhar de tudo (:
P.S: Desculpe o facto de a hora já ter passado, e se não disse o que era pretendido, pois não consegui elaborar um texto que achasse digno deste forum.
Corrige: "banca rota" por "bancarrota";"fez pelo o povo" por "fê-lo pelo povo"; "devía-mos" por "devíamos". Substitui "o país tinhas as mesmas críticas sociais" por "o país tinha (ou vivia) os mesmos problemas sociais".
EliminarComo já foi dito pelos meus colegas, o nosso país esta a atravessar uma fase complicada, tal como aconteceu no tempo em que Almeida Garret escreveu a obra que estamos analisar.Tal como as pessoas daquele tempo mostravam que faziam tudo pela sua pátria, também nós o devemos fazer. Todos nós como portugueses que somos devemos ter orgulho nas nossas origens e mostrar a todos os outros países que apesar de ser-mos um povo pequeno em termos de território, somos grandes em relação a história, gastronomia e património, principalmente.Graças as estas boas qualidades do povo português, nós, as novas gerações, devemos mostrar o quanto orgulho temos naquilo que somos e que não somos inferiores a nenhum outro povo.
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ResponderEliminarComo já foi referido pelos meus colegas, Portugal está numa situação complicada que só poderá ser ultrapassada com atitude e com esforço. A diferença entre o século em que foi escrito "Frei Luis de Sousa" e agora, é que naquela altura havia patriotismo como comprova e como já foi mencionado, a altura em que Manuel de Sousa Coutinho ateou fogo ao seu palácio para os governadores não irem para lá. Este foi um ato muito patriótico e louvável.
ResponderEliminarO mesmo se não constata nos dias de hoje pois o povo não se sente motivado e não valoriza devidamente o seu país, apenas precisamos de agredecer pelo que temos e não lamentar-mo-nos pelo que não temos.
Corrige "lamentar-mo-nos".
EliminarComo já foi dito por todos os meus colegas, e é de lamentar que Portugal esteja numa fase muito critica, Portugal está a passar muito mal devido à crise instalada e só com determinação e objetivos é que Portugal poderá sair da crise.
ResponderEliminarNa altura em que foi escrito "Frei Luís de Sousa" havia muito o patriotismo, e um exemplo disso na obra, é quando D. Manuel de Sousa Coutinho pega fogo ao seu palácio para que os Espanhóis não o tomasse. É pena que atualmente não haja o mesmo.
nos tempos em que foi escrita a obra de frei luis de sousa o pais estava num estado complicado, talvez seja essa a relaçao com o estado atual do nosso país. nesse tempo o povo conseguiu unir-se e atravessar aquela fase. Atualmente penso que se começarmos a a valorizar a mais a nossa cultura e os nossos produtos conseguiremos sair rapidamente deste buraco financeiro. O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO !
ResponderEliminarColocar maiúsculas em início de frase, bem como no nome da obra.
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