sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Fórum 12 (obrigatório)

Este é um fórum de opinião!


Vamos imitar Antero de Quental (segunda Conferência Democrática do Casino) e "descortinar" quais as Causas da [atual] Decadência do Povo Português, sendo que poderão ser considerados manifestação dessa "decadência": as tensões e os comportamentos sociais; a estratificação social e económica; a falência das instituições políticas, financeiras e jurídicas; o desalento generalizado expresso em cada conversa e na sempre presente exclamação - "É a crise!".



38 comentários:

  1. Admitir os nossos próprios erros não é fácil e, por isso, tentamos esconder-nos por detrás de uma cortina, atribuindo as culpas da situação actual a outrem. É outro erro.
    Numa pesquisa, revelada em 27-11-2007 no jornal ‘’Global’’, fomos considerados, a nível europeu, o povo mais desconfiado (conseguem acreditar?!!) do espaço europeu, isto é, sobressaímos por apresentar ausência de confiança generalizada no(s) outro(s) e nas instituições, o que afecta a economia e a sociedade em geral. Acredito que muito tenha mudado nos últimos cinco anos (até mesmo porque ainda nos reconhecemos nas palavras de Antero de Quental) mas que esta conclusão ainda se verifique.
    Sim, tudo tem falhado: a estabilidade financeira, política, jurídica, n…, dado que os pilares foram construídos em terra movediça. A culpa da crise é nossa. E vitimizar não ajuda (embora muitos pareçam não concordar). Agora temos é de procurar soluções, porque continuar nesta situação indefinidamente abre portas a que depois desta, venha outra.

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  2. Como a Andreia já referiu, normalmente temos tendência a arranjar sempre desculpas para tudo, nunca assumindo a responsabilidade, pois é mais fácil colocar as culpas nos outros.
    Relativamente à pesquisa que a Andreia mencionou o fato de sermos considerados um país muito desconfiado não nos favorece, pois a desconfiança influencia a economia, fazendo com que as pessoas não invistam, com medo.
    E mais uma vez concordo com as palavras proferidas pela minha colega “tudo tem falhado” e “a culpa é nossa”. No dia-a-dia temos o hábito de utilizar a expressão que nos últimos tempos serve de desculpa para tudo, “é a crise”. Vejamos o que o escritor e jornalista Luciano Pires escreveu “Em nome dela (a crise) é possível reduzir todo tipo de “custo” sem muita especulação. Dá para mandar qualquer funcionário para a rua. Dá para cortar o cafezinho. Dá para desmarcar compromissos. Dá para arrancar o couro dos fornecedores. Dá para cancelar os eventos. Dá para cancelar o jornal interno. Dá até para atender mal o cliente – afinal, estamos em crise, está tudo desculpado! Vá ao aeroporto ou a um banco. Verá mais da metade dos terminais de atendimento vazios e uma fila imensa de clientes perdendo tempo de vida. As empresas não têm gente para atender os clientes! E quando você reclama o atendente olha com aquela expressão de “nem sei”… O gerente? Ah, ele está ocupado com tarefas que deveriam ser do supervisor que foi mandado embora. A tal da crise vem a calhar para ser usada como desculpa.”
    E na verdade realmente existe uma grave crise, mas de valores.

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  3. Concordo completamente com a opinião da Fátima.
    A crise, hoje serve como desculpa para quase tudo. Num momento em que o pais precisa de nós e da nossa esperança em que dias melhores viram ( porque a atitude positiva trás resultados positivos), estamos profundamente desalentados. A nossa crise de pensamento acaba por nos afectar e piorar a crise económica e financeira em que estamos.

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  4. A crise…. A crise é um quebra-cabeças. Desde algum tempo atras que nos assombra e não há maneira de se ir embora. E que são os culpados? Os culpados somos nós, uma sociedade ignorante que não é capaz de utilizar a sua inteligência, a sua força de união e acima de tudo não sabe ser otimista nem confiar nas pessoas que nos representam, pessoas estas que foram eleitas por nós.
    Esta crise está a arruinar o nosso país, pois esta, como a Fátima referiu, «dá para cortar no cafezinho, dá para mandar para a rua», e serve de desculpa a muitos portugueses. No entanto existe pessoas interessadas no nosso bem, no bem do nosso país, pois são capazes de tudo para tirar o país desta crise económica. Mas isto não se torna possível se não nos unirmos.

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  5. Hoje em dia vivemos num ambiente de crise económica, isso todos sabemos, crise essa provocada por comportamentos inadequados de quem nos governou. Mas deverão ser apenas responsabilizados os políticos e governantes? A minha resposta é não! Também nós temos responsabilidades e também nós, como cidadãos, devemos dar a conhecer a nossa opinião e, a acima de tudo, as nossas ideias para nos tirar desta crise.
    Ao longo dos tempos deparamo-nos com uma estratificação social e económica, agravada agora pela crise económica, contra a qual lutamos. Nessa estratificação social e económica vemos dois extremos na sociedade : os pobres e os ricos. Deixou de existir a classe média na nossa sociedade.
    A expressão "é a crise" é usada agora como desculpa para tudo. Na minha opinião não existe apenas uma crise económica no nosso país, existe também uma crise de valores pois todos os dias vemos noticias casos de corrupção, pedofilia, entre outros processos que se arrastam durantes anos e anos nos tribunais portugueses.

    O nosso desalento deve ser transformado em força para lutar contra esta crise, para fazermos ouvir a nossa voz de uma forma pacifica e correta e para ajudarmos a encontrar uma saída para esta situação. Tal como disse o Nelson, temos que nos unir!

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  6. Desde à muitos anos que a crise nos tem vindo a "perseguir" e não ha volta a dar de faze-la desaparecer e porque?. Porque o país não se une para combate-la, mas o problema não é quem está com os cargos políticos , mas sim o povo, o povo não acredita na retoma de um período positivo, não tem forças para se unir e mostrar que esta grande crise que nós atravessamos não passa de um pequeno incomodo/obstaculo.Os portugueses o que deveriam fazer era unirem-se para combater a crise pela qual o país atravessa, mas não é isso que se tem vindo a observar, os portugueses aproveitam-se de tal forma dela que por um lado sai beneficiados, como referiu a Fátima, « Dá para mandar qualquer funcionário para a rua.»,para muitos esta crise serve de pretexto para "fugir" a muitas coisas. Na minha opinião os portugueses deveriam unirem-se e impedir que a crise nos arruíne mais.

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    1. Corrige "à muitos anos" e "não ha volta a dar de faze-la desaparecer"

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  7. Tal como referiu a Catarina, no nosso país, há a riqueza e a pobreza, sendo que a classe média, caracterizada por impulsionar a economia, já não existe. Esta ausência traz muitos malefícios e problemas para Portugal que, adicionados à falência de instituições estatuais importantes, ditam a crise em que nos encontramos. A culpa é de todos: governo e cidadãos comuns, que tomaram decisões que não deveriam ser tomadas. A crise, sobrevalorizada, leva as pessoas a perder a esperança, baseadas nas situações, muitas vezes, precárias em que se encontram,criando as constantes manifestações às quais assistimos e o uso constante da expressão derrotista ''é a crise''.

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    1. Considera alterar "problemas para Portugal que, adicionados à..." para "problemas a Portugal que, aliados à..."

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  8. "A crise", a crise é uma das coisas que pressegue os portugueses à alguns anos, mas actualmente a situação política e económica de Portugal piorou, sendo necessário, o estado, aplicar medidas de austeridade aos portugueses.Isto acabou por originar o fim da classe média, como já foi referido anteriormente, ficando assim a existirem extremos da sociedade:a classe dos ricos e a dos pobres.
    Penso que o nosso país não está só a atravessar uma crise económica mas também uma crise a nível das atitudes, ou seja, na minha opinião, os portugueses não estão unidos, dizem, a união faz a força,e é mesmo verdade, mas neste momento as pessoas não pensam nisso, só pensam em se "safarem", da crise.
    A comunicação social, no meu ponto de vista, deveria de falar bem do país, mas não é isso que acontece, estão sempre a ver se acontece algo de mal com o país para falarem, acho que a comunicação social deveria apoiar mais o próprio país.
    Hoje em dia para tudo o que acontece a desculpa é "é a crise", pois as pessoas já não acreditam que o país vai conseguir saír desta, então existe uma tremenda frustração por parte da sociedade, mas o que o povo precisa é de acreditar e de se unir, como já referi.

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    1. Corrige os erros em: "pressegue os portugueses à alguns anos".

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  9. As causas da decadência do povo português, são transversais aos diferentes estratos da sociedade.
    Começando pelo principío, uma das causas da decadência social portuguesa é a toxicodendência, isto porque, quem tem dinheiro tem vícios. A melhoria das condições de vida nos últimos anos, permitiu que pessoas de classes sociais inferiores tivessem acesso a determinados tipos de substâncias(isto não excluindo claro aqueles que pertencem a classes sociais superiores), que apenas destroem a saúde daqueles que as consomem.
    Outro motivo, pelo qual todos nos deviamos envergonhar é: a pedofilia, já não falando em processos mais polémicos envolvendo personalidades conhecidas, aquele que me choca acima de tudo, é a pedofilia dentro da Igreja Católica, personalidades responsáveis por parte da educação de tantas crianças pelo mundo fora, jamáis podem ser associadas a crimes como estes.
    A nível público, são inúmeros os casos de decadência: desde a falta de transparência por parte de instituições públicas; a lentidão da justiça, que pior do que fazer as pessoas esperar mais tempo que o devido, faz com que muitos processos nem entrem em tribunal e por fim a colocação de intresses pessoais, à frente do bem comum.
    Assim não é de estranhar que o desalento seja geral, que como mencionou a Andreia, sejámos o povo mais desconfiado da Europa e no final de contas " É a crise!"

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  10. A meu ver o tema “crise” é uma quase que como uma espécie de fuga aos problemas que arranjámos no nosso dia-a-dia, pois por exemplo um patrão ao despedir um dos seus empregados utiliza como grande desculpa a crise, sendo maioritariamente culpa da má gestão que a empresa sofreu.
    O estudo que a Andreia mostrou é bastante interessante pois só nos mostra como esta nação tem vindo a tornar-se, devido a todos os dias ser enganada, o que faz com que a desconfiança se torne muito maior, pois este povo não quer voltar a ser atraiçoado, e quando isso acontece geram-se revoltas e os comportamentos das pessoas alteram-se drasticamente.
    Uma grande causa da decadência do povo Português, penso que é a estratificação social, pois é um tema que deixa muito a desejar quanto ao futuro do nosso país, pois vemos os ricos cada vês mais ricos e os pobres cada vês mais pobres.
    Esta grande crise portuguesa é não só uma crise económica, mas também uma grande crise de valores, como já fora dito.

    Bruno Fernandes

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  11. Eu concordo com tudo o que foi dito pelos meus colegas, como já foi dito a crise é um problema que nos tem assombrado ultimamente e que tem arruinado muitas famílias portuguesas e não só. Como todos sabemos a crise tem se espalhado um pouco por toda a Europa e Portugal não é excepção, hoje em dia vivemos em tempos muitos difíceis e o número de desempregados e de empresas a falir não para de aumentar.
    Apesar de tudo isto, existem pessoas, mais nomeadamente empresários, que se aproveitam da situação em que nos encontramos para despedir os funcionários, usando a crise como desculpa e assim tentam escapar as indemnizações que tem que pagar aos funcionários.
    Dizem na televisão que portugal está a conseguir superar bem a crise mas sinceramente eu não sou da mesma opinião e acho que o nosso país está cada vez pior.

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  12. Na minha opinião, actualmente a sociedade portuguesa apresenta aspectos graves de desmoralização, de corrupção e de decadência. Estes aspectos reflectem-se em todas as classes sociais, como em todas as corporações e agrupamentos, mas principalmente nos indivíduos. O estado lamentável da sociedade portuguesa é, certamente influenciado pela decadência das sociedades contemporâneas, falência da mentalidade, ausência de valores sociais e intelectuais, causas morais e psicológicas, o que torna possível que a sociedade portuguesa seja das mais degenerescentes.
    A desconfiança da nossa sociedade mostra que não acreditámos nem confiámos nas outras pessoas ou no nosso País, e quando uma pessoa não confia, não investe. Desta maneira, é normal que sejamos um alvo da crise, pois esta não se combaterá sem força de vontade ou investimento por parte de cada um.

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  13. Como já foi referido pelos meus colegas, nestes últimos anos o nosso povo tem sido perseguido pela crise, mas não devemos colocar
    nela a culpa de tudo, pois na maioria dos casos os culpados somos nós, não a querendo assumir. É verdade que a crise afetou muito as nossas vidas, mas não a devemos usar como desculpa para tudo, devemos assumir os nossos erros, devemos nos unir, procurar soluções, ter esperança de que o melhor está por vir.
    Por fim, devemos ter consciência que maior do que a crise económica por que passamos, é a crise de valores a que assistimos todos os dias.

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  14. A crise... Um dos temas mais falados actualmente em Portugal, e a culpa desta crise não só é do governo, mas também do povo.
    Por um lado a culpa é do governo porque certamente não está a fazer uma boa gestão da economia do país, caso contrário ele não estaria como está. Por outro lado a culpa é do povo que simplesmente não reage ás medidas impostas pelo governo. Concordo também com a Catarina quando ela refere que não existe classe média na nossa sociedade, e é exactamente isso que se vê acontecer, e isto devido a uma má gestão(distribuição) da banca por parte do governo.
    Como também já foi sobre-dito e explicado, o nosso país está mal, não só financeira, mas também socialmente e isto devido à falta de valores humanos como já foi referido. Esta falta de valores humanos conduz ás sequelas sociais, que consequentemente conduz ao desânimo de povo e à falta de alento para combater esta crise.
    Mas penso que esta depressão social um dia irá acordar e o povo vai finalmente acordar e lutar pelos seus direitos.

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    1. Na penúltima linha é "acabar" no lugar de "acordar".

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    2. Substitui "sobre-dito" por "repetidamente dito", por exemplo. Atenção à orientação do acento gráfico em "à".

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  15. Concordo com o que foi anteriormente dito pelos meus colegas, pois a crise tem sido uma manobra de fuga, pois as pessoas dizem sempre é a crise, a culpa é da crise e fazem pouco ou nada para tentar melhorar e dar a volta por cima. Como disse a Cachada, a culpa não é de quem esta a governar agora, é de quem governou o nosso pais, pois agora quem o esta a governar está a tentar arranjar o que os outros fizeram mal, mas a culpa também não é só deles pois há pessoas que não fazem nada para melhorar e para piorar fazem greves e manifestações. Isto prejudica ainda mais o nosso pais pois cada vês que isso acontece o pais para. Por isso, acho que, devemos arregaçar as mangas e lutar todos juntos para que o nosso pais saia desta crise.

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  17. Concordo com as afirmações proferidas pelos meus colegas,pois temos de assumir as responsabilidades dos nossos proprios erros e assim "descortinar" quais as causas da atual decadência do Povo Português e solucionar esses mesmos problemas.
    Hoje em dia vê-se por inumeras vezes na televisao greves e manifestações mas isso apenas irá contribuir para uma situação pior ,pois apenas servem para mostrar o estado de espirito da sociedade nao levando a qualquer solução nem melhoramento.
    Na minha opinião o país encontra-se neste estando de bancarrota devido a varios fatores como por exemplo a má gestao por parte do governo, as nossas sucessivas e repetitivas manifestações e greves,etc.
    Para solucionar esta crise o povo tem de se erguer e ganhar coragem de admitir e corrigir os seus erros já que se assim nao for continuaremos na mesma situação durante anos e nao culpar o governo por tudo o que acontece e o que nao acontece eles apenas estao a tentar melhorar a situação, eu penso que se hoje em dia o governo se demitisse nao acredito que mais ninguem fosse fazer melhor pois falar é uma coisa agir é outra.

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  18. Não é de agora. Desde sempre tentamos arranjar desculpas para as nossas falhas: se o aluno tira más notas, a culpa é dos professores; se um adolescente se torna toxicodependente, a culpa é dos amigos; se é chamado à atenção no trabalho, é perseguição do patrão. Não é da agora. No entanto, hoje, é comum ouvirmos: “é a crise!” – a desculpa universal que se adequa aos mais diversos casos como, aliás, mencionou a Fátima.
    Não é que o povo não esteja consciente que a razão humana deve sofrer uma transformação. Bem pelo contrário, já que todos os colegas, de uma maneira geral, referiram a importância deste progresso: uns falam na união do povo, outros na alimentação de uma esperança, mas todos assumem esta vontade de tornar o presente independente do passado.
    Em jeito de conclusão, a culpabilização é a grande opositora do progresso na medida em que nos cega, levando-nos a cometer os mesmos erros vezes sem conta.

    “Há em nós todos uma voz íntima que protesta em favor do passado, quando alguém o ataca: a razão pode condená-lo: o coração tenta ainda absolvê-lo”. Antero de Quental in Causas da Decadência do Povo (1971).

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  19. A decadência do Povo Português deve-se á crise em que este vive. A meu ver trata-se duma crise económica e de valor moral, pois não damos valor ao simples agricultor ou canalizador, é mais importante ser-se o SR. DR da “mula russa”. Resultado disso, abandonamos os sectores de produção primários do país (agricultura e pesca) e a indústria de transformação, passando o país, a ser um país só de serviços assente no estado como impulsionador da economia, e importando a alimentação e os bens de consumo de países em desenvolvimento como a China e a India. Cabe á Europa e aos europeus mudarem o rumo destas políticas e fechar as fronteiras às economias externas, e incentivar as economias europeias, a produzir mais e consumir o que é nosso. Não acho que a culpa da situação atual de Portugal seja inteiramente nossa, mas uma coisa é certa, o português é muito vaidoso, e foi essa vaidade que levou á compra desmesurada de bens supérfluos (telemóveis, consolas, carros, tudo o tipo de gadgets) o que levou ao aumento do desequilíbrio da balança do comércio externo (mais compras e menos vendas).
    Esta crise alastra-se por toda a europa basta olhar para a vizinha Espanha, que também está com graves problemas; para França que será a próxima, pois tem um estado social muito pesado, e não tem num futuro próximo capacidade financeira para o suportar. Com isto apercebemo-nos que, como já referi, a atual decadência de Portugal também é influenciada pela crise que se vive na europa. Estados socias como os europeus para existirem precisam de grandes indústrias produtivas, e a realidade é que estas indústrias estão localizadas nos países emergentes, ou a Europa acorda para a realidade ou o nosso futuro estará comprometido.

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  20. Concordo com o que os meus colegas afirmaram. Pois como todos sabem vivemos num período complicado devido à crise existente em Portugal, hoje em dia são muitos os sacrifícios que as pessoas atravessam. Como já referiram, actualmente os patrões despendem os seus empregados, utilizando a desculpa da crise. Depois há ainda os casos em que as pessoas que se encontram no fundo de desemprego são chamadas para trabalhar num determinado cargo, e estas rejeitam, pois pensam, para quê trabalhar se enquanto estou no fundo desemprego posso ganhar o mesmo e sem trabalhar. (Neste caso não nos podemos desculpar com a crise e sim com a preguiça.) Mas e se todas as pessoas pensassem da mesma forma, o que seria do nosso país? As pessoas que fazem isso devem pensar que com essa atitude estão a prejudicar o país e por consequência estão a prejudicar-se a si mesmos, pois estão a destruir a economia do país e o país com a economia destruída não pode pagar-lhes o subsídio de desemprego. Na minha opinião devemos mudar de atitude, porque os prejudicados somos nós. Temos de nos esforçar para melhorar a economia financeira do nosso país, pois se continuarmos com esta postura não vamos a lado nenhum. Se Portugal não conseguir melhorar, quando a nossa geração acabar a licenciatura e for à procura de emprego não vai conseguir, isto para não falar das gerações mais novas pois terão uma tarefa ainda mais complicada, por isso temos nos esforçar para que a situação de Portugal melhore.

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    1. Revê: "hoje em dia são muitos os sacrifícios que as pessoas atravessam".

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  21. Como já foi referido pelos meus colegas, a crise é a resposta para tudo: para os despedimentos, os suicídios, a preguiça …
    Sempre que o empregado não dá o lucro que o patrão deseja, a única solução é o despedimento, sem justificação em diversas ocasiões. E quando o indivíduo é despedido tem dificuldade em encontrar um emprego, pois ou é a idade ou a falta de estudos que não lhe permite o emprego, então, por vezes leva ao suicídio. Em outras situações é quando o desempregado não quer trabalhar, arranja “mil e uma desculpas” para não trabalhar e nesse caso pede o Rendimento Social de Inserção. Como vêm, esta pessoa tem condições físicas para trabalhar, e no entanto não quer, vive à custa dos outros utentes e por vezes ainda desfruta do sofrimento dos outros.
    Na minha opinião a crise é para quem quer se desculpar, fugir dos problemas e aproveitar o que ela oferece.

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  22. Concordo com os meus colegas referiam ao longo das suas opiniões.
    Em primeiro lugar acho que os europeus devem seguir o exemplo dos países nórdicos, pois para isso é preciso mudar mentalidades.
    Um exemplo evidente para a economia sair desta decadência é todos os portugueses contribuírem para os imposto, de forma igual não fugindo as suas responsabilidades visto que até então o tem feito.
    Posto isto acho que a crise estará presente, e será umas palavras mais presente nos tempos de hoje.

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    1. Substitui " ao longo das suas opiniões" por " ao longo das suas intervenções".

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  23. Como foi dito por todos os meus colegas, hoje em dia só se fala na crise. Mal ligamos a televisão ou abrimos um jornal depará-mo-nos com noticias sobre o estado do país, a quantidade de desempregados a aumentar, os governantes que não conseguem arranjar forma de solucionar este nosso grande problema, trabalhadores e desempregados a fazerem manifestações, cada vez mais portugueses a emigrarem e tudo mais. Nós jovens, estamos a desanimar em relação a seguir os estudos académicos pois olhamos para muitos licenciados e vemos que não conseguem arranjar trabalho na sua área (nem noutra qualquer) porque não têm experiência, mas se nenhuma empresa arriscar a dar-lhes trabalho nunca vão conseguir exercer o cargo que gostariam e vêem-se obrigados a ter que ir trabalhar para fora do seu país pois este "não tem lugar" para eles.
    A situação económica do nosso país, como todos sabemos, não vem só de agora mas todos nós temos culpa, como foi dito também pelos meus colegas, e como tal não nos podemos deixar ir a baixo nem arranjar sempre a desculpa da crise, vamos deixar de culpar este e aquele e deixar-nos de palavras, vamos pôr mãos à obra ajudar o nosso país a melhorar e a valorizar o que temos de melhor.

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  24. Este comentário foi removido pelo autor.

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  25. Concordo com o que foi referido pelos os meus colegas, especialmente á Ana Margarida. O exemplo que ela deu, sobre um patrão despedir o emprego por causa da crise, torna-se uma desculpa comum, se eles vêm que o país está a piorar ou então que o negocio não está dar o que eles devem fazer antes de dar falência é fazer o possível e o impossível para a empresa continuar aberta á clientela, investir no seu negocio. Actualmente vemos empresas e empresas a fechar e maior parte das vezes existe protesto por parte dos trabalhadores dessa empresa, pelo o facto de o patrão não pagar á vários meses o que vai levar novamente e mais uma vez á falência de uma empresa.
    E também em concordância com o Xavier, o que nós temos que fazer é seguir em frente, estamos em crise é verdade, mas também sou da opinião que o noticiário, os jornais, e toda a comunicação social desfigura a realidade.
    E para acabar concordei também com a Filipa, porque mesmo com estudos, nos não conseguimos arranjar emprego, mas é do género nós nunca vamos ter experiencia a nível de trabalho porque não nos arranjam emprego. Nos vemos os jovens que estão na universidade a sair dela, para depois ir trabalhar para as obras, ou então vão emigrar.
    Não tenho mais nada a opiniar sobre o assunto, porque actos vale mais do que palavras.

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    1. Na linha 2 deverás querer dizer "empregado" em vez de emprego, certo? Cuidado com o acento gráfico de "à"; na penúltima linha do primeiro parágrafo substitui "á vários meses" por "há vários..."..

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  26. Para começar o mau estado em que o país se encontra não é culpa do estado, não pode, quem manda no estado é o povo, nós é que elegemos quem nos vai governar. Portugal está mal, primeiro, porque nós não valorizamos o que é nosso, segundo, temos de nos deixar de 'pieguices', e deixar de culpar a crise por tudo, devemos transformá-la num ato de união entre os portuguesas e enfrentá-la juntos, porque não basta um ter vontade de mudar o país, temos que ser todos, só assim acontecerá um revolução cultural.

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  27. Revê esta construção frásica: "agora a que seguir em frente"; revê também a pontuação.

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