O tom das intervenções é, naturalmente, crítico e desalentado. Todos apontam continuidades entre o discurso queirosiano e a situação que vivemos atualmente em Portugal. Tocam "na ferida" quando se referem à inércia e à desmotivação (essa, contrariamente ao que possam acreditar, não é necessariamente externa a nós). No entanto, gostaria de ter visto alguém comentar a questão que Eça coloca ao "seu leitor" - "Não é verdade, leitor de bom-senso, que neste momento histórico só há lugar para o humorismo?".
Não é verdade?
Continuação de bom trabalho!
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